já fui bailarina
voei nos braços
do trapezista
mais corajoso
do circo
usei chapéu
de aeromoça
em céus de brigadeiro
voei
entre nuvens
de algodão
e de chumbo
usei boné
de marinheiro
naveguei
em mares
espelhados
e ondas
revoltas
sobrevivi
à tormenta
hoje sou
a sombra
por detrás
das cortinas
da casa
vejo
vivo
sinto
durmo
sim
sem
sobressaltos
espero
Passei por aqui, Mais um poema seu para adoçar a vida.Que bom. regina gaio
ResponderExcluirAmiga!Bjs
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