Os grilos do Poeta de Alegrete
Invadem minhas noites nuas.
Um cricrilar maluco
No peitoril de minha janela.
Um mais ousado
Veio pular no meu travesseiro
E me azucrina os ouvidos
Quer acordar a musa ?
Esta - Coitada ! -
Procura o tempo
Que passou voando
Enquanto ela dormia.
Ah !Grilo, grilo !
Por que tardastes tanto ?
Volta pra Alegrete
Não desperdices teu tempo comigo.
O que buscas aqui
Há muito encontra-se perdido.
Você é ótima, Lenir. Escrevevmuito bem.Gostei demais. bjos Marlise
ResponderExcluirMinha querida me deixas vaidosa com este elogio.Beijão.
ResponderExcluirCOMO SEMPRE, LINDO!
ResponderExcluirBJSSS
TITA
Bjosssssssssmana!
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