O domador
coloca
sobre as fortes
mandíbulas
do Leão,
a cabeça.
Enquanto uma gota quente
sulca-lhe a testa,
mentalmente
conta até dez.
O palhaço
cola
no rosto
um nariz
postiço,
Finge uma boca
que exagera,
Pinta nos olhos
um brilho de purpurina
E fica
intrigado
com o eco
das gargalhadas!
Lindo mana!
ResponderExcluirMe vi no circo.É uma pena que o Circo está acabando!
Mas fica o seu Poema...
Bjsss
Valeu querida!
ResponderExcluirSutil!!Gostei!Bjooos
ResponderExcluirAcho que é um poema mais triste do que sutil.Mas obrigado pela leitura, amigo anônimo.Prazer em recebe-lo aqui.Volte mais vezes.
ResponderExcluirBonito demais..me levou até o filme de Selton Melo que tem
ResponderExcluiressa essência. Beijo da Reca.
Amiga !bjs
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