Nenhum gênio me habita.
Me habita apenas
a alma de uma mulher,
as vezes homem,
outras vezes criança.
A mulher que me habita
é armadilha de mim,
presa fácil que sou
das coisas do coração;
que o homem que me habita
espia intrigado
e dolorasamente inerte.
A criança que me habita,
ma aninha em seus braços miúdos
e costuma me contar
estórias intermináveis
sobre a "Terra do Nunca",
na esperança que eu adormeça
e acorde um dia,
noutra mulher que me habita.
Muito bom!!Sempre!bj
ResponderExcluirMarlise
Linda poeta habita em voce!
ResponderExcluirLinda, linda!
bjsss
Tita
Linda poesia!
ResponderExcluirMarly
Obrigada queridas.
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